30/04/12
Compartilhe

VENTILE A BUNDINHA DO SEU FILHO!

The Super Duper Resmungations Institute


in Association with

(leitora)

Proudly Presents

Mais um produto que não pode faltar na sua vida!


Como você conseguiu criar seus filhos até agora sem esse aparato?






27/04/12
Compartilhe

RESULTADO DO SORTEIO #4 - BEBECHILA

Atenção querid@ premiad@ você será contatad@ através do email cadastrado para fornecimento dos dados para envio - se este email não for respondido no prazo de 1 semana (7 dias corridos) novo sorteio será realizado, ok? Umas pira, umas chora, umas torce para @ premiad@ não ver o email!!!

Obrigada a tod@s que participaram! Em breve tem mais!


23/04/12
Compartilhe

3 TIPOS DE MULHERES

Quando um marido vai sozinho ao mercado :

TIPO 1
Elas ficam genuinamente felizes e satisfeitas quando eles voltam com a lista de compras incompleta, não acertam sequer uma marca de produto, mas trazem na manga um buquê de rosas frescas. Para elas, as rosas são mais importantes do que uma lista gabaritada.

TIPO 2
Elas ficam genuinamente felizes e satisfeitas quando eles voltam com a lista de compras completa, com os produtos cuidadosamente escolhidos pela marca, ou pelo preço e selecionados com inteligência, mas dispensam as rosas. Para elas, a lista gabaritada é infinitamente mais importante do que as flores.

TIPO 3
Elas ficam genuinamente felizes e satisfeitas quando eles voltam com a lista de compras completa, produtos criteriosamente selecionados e ainda de quebra, trazem na manga o buquê de rosas frescas. Para elas, tudo indica, infelizmente ainda não inventaram o marido.


19/04/12
Compartilhe

GUIA DA MODA INFANTIL - MENINOS

Você é mãe de meninos e está chocada com a oferta de produtos na linha de vestuário para seus filhos?
(veja no fullscreen #ficadica)


16/04/12
Compartilhe

SORTEIO #4 : BEBECHILA

Mais um delicioso sorteio Super Duper!

Contei aqui um pouco da história da Bebechila, então hoje é dia de presentear você, querida leitora, com um mimo para facilitar a sua vida de mãe.

Imagina você passeando linda, loira e com as duas mãos desocupadas, porque a partir de agora você carrega as tralhas do seu bebê em uma mochila? Não só uma mochila, mas uma mochila fofinha, que faz conjunto com necessaire, trocador impermeável e saquinho de roupa suja tudo combinando? E ainda por cima é toda dividida internamente e você sem-pre encontra o que precisa?

Sabe o que é melhor que isso? Passear com essa mochila que você ganhou totalmente de grátis no 


Fabuloso Sorteio Super Duper #4





REGULAMENTO

As inscrições estão abertas até 25/04/2012.
Todos os emails válidos cadastrados concorrem com um número, em ordem de cadastro.
Um número será sorteado via random.org
A publicação do vencedor ocorre dia 27/04/2012 através de um Super Duper filminho, como de costume.


PARA PARTICIPAR

Você deve ser seguidor do Super Duper.
Você deve ter um endereço de entrega em território nacional.
Você deve preencher o formulário abaixo.


12/04/12
Compartilhe

#infancialivredeconsumismo

Esse é o registro de um insight. Pode parecer óbvio e bocó. Pode parecer complexo e ininteligível.
Mas anda fazendo um sentido danado frente aos últimos acontecimentos da maternagem aqui em casa.

Há muito venho observando o quanto no geral a indústria é preparada para criar necessidades que não existem. Faz parte da proposta de qualquer anúncio publicitário, criar em você a vontade de ter algo, suprimindo a sua capacidade de decidir se aquele algo é necessário ou não.

Ontem mesmo eu vi uma propaganda de sapatos. Eu tenho uma relação terrível com sapatos. Estou sempre com os mesmos, uso até acabar, o que significa que estou sempre com sapatos feios. Mas funciona para mim. Vi aquela mulher linda, iniciando o outono usando um modelo de sapato a cada 4s. Em pouquíssimo tempo estava eu pensando que eu precisava de sapatos, que os meus estão velhos e feios, que no último outono doei minha única bota furada, só porque ela estava furada e que o inverno vai chegar e eu não tenho botas, então preciso de uma bota, qual bota? aquela da propaganda, mas não só uma, duas ou três, afinal uma para calça jeans, outra para saias, outra para... aaaaa

Eu estava de boca aberta, quase babando pensando nas botas.

Foi criada em mim a necessidade de ter aquele bem material através da propaganda. Parabéns para o anunciante, a campanha é eficaz. Ela me ligou às botas da coleção. Entre eu e as botas havia uma propaganda.

***

Uma ironia. O mesmo povo que vai defender o parto humanizado livre de intervenções provavelmente vai apoiar a causa que está rolando inicialmente no Facebook mas que deve ganhar voz nos próximos meses, tamanha importância do debate: Infância Livre de Consumismo. Em linhas gerais o movimento propõe um debate de até que ponto o estado não deveria intervir nas normas com relação à publicidade infantil. Em linhas mais gerais ainda, a maioria dos engajados será à favor da proibição total de toda e qualquer veiculação de anúncios direcionados ao público infantil. Um movimento que propõem que entre  o seu filho e você haja uma intervenção: do estado. Você não é capaz de mediar a relação que seu filho vai estabelecer com os bens de consumo. Taí a ironia.

Em contra partida, existe um argumento que diz que não! Não se pode colocar o estado dentro de casa e interferir na relação entre pais e filhos. Tem que se conscientizar as famílias. Tem que se deixar pais e mães livres de interferência para construírem seus próprios caminhos na educação dos filhos. Não por acaso essas são as pessoas que anunciam as chupetas e todos os outros ítens que de repente - através de uma propaganda de sapatos ou uma propaganda de mamadeiras ou uma propaganda de brinquedos - se fazem essenciais nas vidas de mães e pais e filhos. Tem sempre algum ítem entre seu filho e você. Taí outra ironia.

***

Uma vez na polêmica das sacolinhas, acompanhei um debate no FB. Muita, muita gente preocupada em como "as classes menos favorecidas" fariam para carregar suas compras do supermercado até em casa, uma vez que não teriam mais sacolinhas. E onde esse povo, que não tem dinheiro para comprar saquinhos de cana jogaria seu lixo domiciliar. O mesmo grupo de pessoas que morria de preocupação "com as classes menos favorecidas" e a questão da sacolinha parecia em um outro momento não ter nenhuma preocupação com a mesma classe, quando o assunto é publicidade infantil.

Uma faxineira que trabalha 12h por dia e deixa os filhos parte na escola parte em casa, com a televisão de companhia tem que ter, de acordo com os #sacolinhalovers (apelido carinhoso que eu arrumei para esse grupo) o mesmo poder de interferência na educação dos filhos que tem um membro de qualquer outra classe. Os #sacolinhalovers estão preocupados como a faxineira vai carregar as compras para casa, mas pouco se importam em como ela vai fazer para lidra com os desejos dos filhos, criados pela televisão que diariamente os acompanha. Ironia, ironia, ironia.

***

Analisando uma lista de enxoval, é tanta coisa que uma mãe precisa! Pinça para tirar a mamadeira da água e também um esterilizador para microondas. De alguma forma - seja por culpa da publicidade ou por culpa de quem foi pai e mãe até agora e teve a chance de não ter ninguém interferindo no tipo de educação que dava aos filhos - maternar é precisar de infinitas coisas. É não poder dar conta sozinha. É se munir de pomadas, bicos, médicos, pediatras, equipes, recursos, banheiras, aparatos, equipamentos que teoricamente estão aí para facilitar mas na prática estão aí para definir: você não é capaz de fazer sozinha. Precisa ter tal e tal coisa para atingir o sucesso.

***

Mas pôxa. Individualmente, entre as quatro paredes rabiscadas do meu lar: existe muita coisa que eu preciso sim!! Muita interferência, muitos objetos de consumo que estão entre eu e meu filho e que me ajudam em algumas situações. Muitas outras interferências que não são objetos, as avós, muitas vezes as escolas, outras vezes as babás. Interferências são necessárias porque muitas vezes AJUDA é necessária.

A minha conclusão preciosa é que: EU decido em quais momentos eu preciso de ajuda externa para maternar. E eu deciso quais são essas ajudas. Quais são esses coadjuvantes da minha relação com meus filhos. E fico bem atenta para não cair na dependência total de pessoas, objetos e instituições para me ajudar a cuidar dos meus filhos e nem tampouco acreditar que posso fazer tudo sozinha. Pensamento que pode torturar algumas mães mais perfeccionistas, como eu.

***

Quando o Instituto Alana prevê que o governo intervenha legalmente sobre a publicidade infantil, não só ele está sugerindo que seja instalado um coadjuvante entre a criança e o consumo. Mas também que seja instalado um coadjuvante entre a criança e o pai. E honestamente, nesse caso: somos todos incapazes. Eu depois de pensar um tanto: acho que o movimento tem razão.

Não posso concluir de imediato que deva-se proibir o produto infantil de ser anunciado (dentro desse debate é comum comparar produtos infantis a cigarros, a publicidade de cigarros é proibida assim como deveria ser a publicidade de produtos infantis.) Eu ainda estou em um estágio da reflexão que concorda que quando se trata do poder que a publicidade tem não é nada absurdo que haja uma regulamentação que  interfira na relação entre pais e filhos.
Mas ainda sou da coluna do meio, se é que isso existe, que acha que publicidade é fundamental, mas tem que ser dirigida ao público que efetivamente tem, ou deveria ter, capacidade de decidir quais produtos são realmente necessários dentro de casa. Os adultos. Criança é criança, não me parece nem um pouco justo gerar nelas o desejo de possuir coisas sem que elas tenham estrutura emocional, racional, cognitiva para fazer julgamentos reais entre desejo e necessidade.

Sem ingenuidade.

***

Quando eu falo em anunciar para o pai, eu falo em colocar no pai a decisão de ter ou não ter aquela coisa. Comprar ou não comprar aquilo para o filho. Oferecer ou não a chupeta ou o brinquedo. Decidir se é preciso ou não gabaritar o enxoval. Os adultos da nossa sociedade são tão infantis quanto as crianças quando o assunto é consumo. Não sei entender porque.

Se não houver reflexão por parte dos pais, com a interferência correta do que se espera de um órgão governamental, estamos alimetando doentemente a horda de pessoas que acredita piamente que tanta coisa é necessária se ter para ser feliz, para conseguir, para vencer. A indústria não vai falir, nem tampouco os produtos vão parar de ser vendidos. Somente entrarão na sua casa na base da honestidade, e não usando o seu filho como porta de entrada. 

***

Está na hora de a gente olhar com uma lupa todas as coisas que estão colocadas entre a mãe e o filho. Entre você e seu filho. Temos que nos aliar conscientemente àquelas que são efetivamente necessárias nas relações individuais e permitir que outras se estabeleçam por um bem coletivo - o estado intervindo nas regulamentações publicitárias para o público infantil.

Entre eu e meus filhos prefiro que exista uma lei que proiba que sejam iludidos por propagandas mal intencionadas do que infinitos produtos que acabam chegando sem real necessidade. Como mãe, não me sinto à vontade em saber que há uma indústria maquinada para transformar meu filho em um consumidor antes que seja um gerador de renda. Isso não me parece certo.

***

Uma viagem e tanto. Em suma, eu preciso de sapatos, mesmo, e não sou ingênua para levantar bandeiras anti-capitalistas. Vivo em uma sociedade de consumo, gosto muito de dinheiro, obrigada, minha família vive e respira propaganda, mas não consigo aceitar que usem a ingenuidade das crianças para atingirem seus objetivos.

No mais acredito que leis detalhadas, regulamentações rígidas (que já existem) e penalidades sérias para infratores (que não existem) podem ser aliados dos pais na construção de relações justas de consumo para os pequenos e suas famílias.

11/04/12
Compartilhe

BEBECHILAS - A HISTÓRIA REAL

A Bebechila é uma empresa querida de uma nova amiga. 

Vou contar um segredo, quem na verdade inventou a Bebechila fui eu.

Um dia, carregando Joaquim ainda bebê e suas infinitas tralhas, em uma bolsa de fraldas muito pouco prática, eu pensei: porque não inventam uma mochila, fácil de carregar, com separação para todas as necessidades de um bebê? Impermeável, térmica, grande, pequena, com bolsinhas separadas que combinem entre si? Uma mãe não merece conforto e fofurice?? Achei que tinha inventado a roda.
Fui ver... já tinham inventado. E era a Bebechila.

Então o tempo passou e eu resolvi voltar a cantar. Caí nas mãos do destino em um coral materno maravilhoso que enche minhas semanas de alegria. E dentre as bonitas cantantes estava ela, Lígia a dona da Bebechila. 

Eu ia brigar pela propriedade intelectual da mochila cheia de graça, mas desisti. Sacomé, né? Então semana passada a Lígia me contou que a loja virtual está em promoção, e eu estou aqui compartilhando esse trolóló com você querida leitora. Se você, assim como eu, é a criadora oficial da Bebechila, não perca a chance de finalmente adquirir a sua!

E fique ligada que tem novidade da Bebechila aqui no blog em breve!




10/04/12
Compartilhe

O QUE FAZER COM OS IMÃS DO ANIVERSÁRIO DE UM ANO E OUTRAS CRISES

Quando eu planejava a festa de um ano do Joaquim uma coisa eu tinha certeza, jamais, em hipótese nenhuma, sob nenhuma circunstância eu faria imãs de geladeira de lembrancinha. Porque na época, mãe recente e com um bebê que não andava em casa, minha decoração ainda tinha alguma dignidade.
Imã de geladeira é cafona, imã de geladeira é demodê, imã de geladeira é comum.

Além do mais, o que acontecem com os imãs de geladeira uma vez que o convidado se encheu de ter uma cara de criança na sua geladeira? Joga fora! Já imaginou a cara do meu filho no lixão? Não pode ser!

Todas olhando para cima acompanhando o cuspe que faz uma trajetória em movimento curvelíneo uniformimente variado e plaft!! Cai na minha testa.

De lembrancinha para o primeiro aniversário de Joaquim eu fiz: imãs de geladeira
Como foi uma coisa obviamente de última hora, porque eu fiz tanta coisa para esse aniversário que deleguei a lembrancinha para o marido e ele lembrou dela na quarta feira  acabei priorizando outras coisas, procuramos um fornecedor desse que fazem imãs de geladeira para pizzarias. O mínimo eram 1000 unidades, mas podia ser um formato especial. Então mandamos ver num imãzinho sem fru-frus, só o corpinho do baixinho, recortado no photoshop.

E vieram 1000 deles. Foram usados para decorar a festa, os convidados saíram com punhados deles na mão, as avós têm cerca de 200 imãs cada uma mas ainda assim tem uma porrada deles lá em casa! O que fazer? Não posso mandar meu filho cuti cuti para o lixão tá certo?

Então como minha geladeira, depois do advento da bipedia motorizada, chegada do segundo, acúmulo de tarefas domésticas e tentativas insanas e bem sucedidas de empreendedorismo materno da minha parte, perdeu completamente sua dignidade, habitada por imãs de viagens, desenhos e contas à pagar, eu resolvi dar um fim nos 500 imãs de Joaquim que me restavam.

Adios! Fiquem guardados até eu me encher da cara do meu próprio filho.
Agora concordo, imã de geladeira na festa de uma ano é tudo! Uma lembrança especial!
Peço encarecidamente aos amigos que ainda tem esse imã, que não mandem meu filho gordinho para o lixão e qualquer coisa despachem as pecinhas aqui na minha geladeira mesmo, que está ansiosa para ver como vai ser o imã de Tomás, em dezembro desse ano, feito na mesma pressa, só para não perder a graça.



05/04/12
Compartilhe

COISINHAS QUE TENHO OUVIDO POR AÍ

Bisa, 93 anos, entra na sala zoneada pelo menor infrator.
- Nossa. Aquela bebezinha fez uma bagunça, não? Daqui a pouco eu volto para recolher tudo isso.

Quem é a nenezinha?
Por favor minha senhora, recolha agora tá pensando que isso aqui é uma pensão?

***

Joaquim, 2 anos, em um momento criança-home-office
- Mãe, eu vou sijogar da escada - pausa - Sijoguei!

Eu corri, estava tudo bem.


***

Ele de novo, 2 anos, fazendo xixi na privada com redutor.
- Mãe! Meu pipi tá gaaande! - pausa - Mãããe!! Eu quélo que meu pipi fica pequeninho dinovo!!

Meu filho, no futuro você pode se arrepender dessas palavras.

***

Uma tuiteira, não sei a idade. Apareceu na minha TL não sei daonde no dia internacional da mulher!
- E agora o meu bom dia vão especialmente para as lindas mulheres!

Hahahahahahah

***

É muita diversão que me cerca!



04/04/12
Compartilhe

ORAÇÃO AO DVD

DVD nosso que estais no Rack.
Santificado sejam vossos resistentes botões.
Venha a nós os vossos filmes educativos cheios de Saci-Pererês.
Seja feito o vosso "repetir em looping"
Assim na sala como no quarto
O momento de sossego nosso de cada dia nos dai hoje, agora, amanhã toda hora!! (Amém 3x)
Perdoai que eu perdi o controle remoto
Assim como nós perdoamos o fato de não seres HDMI
Não nos deixeis cair na Galinha Pintadinha
Mas livrai-nos de toda a televisão aberta
Amém

***

De uma mãe que acaba de descobrir a maravilha do DVD, via uma dica genial de gente sabida, morrendo de medo de gostar da coisa e curiosa para ver como é que vai conseguir fazer com que o mais novo não assista televisão como o mais velho, até os 2 anos.

#vivaos2anos

***

PS: Joaquim ontem comeu chocolate. Ai, quiéisso, ela está descontrolada!

02/04/12
Compartilhe

INFÂNCIA LIVRE DE CONSUMISMO

Existe uma pulga atrás da minha orelha.
Estou acompanhando um debate interessante de um movimento potente: Infância Livre de Consumismo.

Mães que se uniram para debater e refletir sobre o impacto da publicidade direcionada ao público infantil, a realidade brasileira e a comparação com países mais desenvolvidos no tema, que já regulamentaram leis que protegem as crianças dos abusos cometidos por anunciantes de produtos para o público infantil.

Meu objetivo com esse texto é fazer um convite: não se julgue de fora do debate, todos têm a contribuir. Os pensamentos em torno do tema vão ajudar a equipe que está dando voz ao movimento entender como funciona a dinâmica nas famílias brasileiras quando o assunto é Publicidade e Criança.

Você se importa com a quantidade de propagandas direcionadas aos seus filhos? Você as julga prejudiciais para seu desenvolvimento? Você acredita que as propagandas são mal intecionadas no sentido de aproveitar a inocência das crianças?

Ou você ainda nem chegou a pensar sobre isso?



"O Movimento Infância Livre de Consumismo (ILC) defende que, para cumprir nossa responsabilidade de educar nossos filhos para a cidadania e a sustentabilidade, precisamos do apoio efetivo do Estado e da responsabilização efetiva das empresas privadas, dos veículos de comunicação e das agências de publicidade.

Diante do excesso de propagandas e do conteúdo manipulatório que se apresenta diariamente na mídia direcionada às crianças, nós pais e mães não aceitamos assumir esta responsabilidade sozinhos"


Não nos faz pensar?
Então o convite é para pensar, postar e participar.

Na quinta feira, dia 12/04 poste no seu blog suas reflexões sobre o tema. 

"Como é a sua vivência em relação ao consumismo e a publicidade infantil?"
Coloque no título do post #infancialivredeconsumismo.

Todas as postagens serão acompanhadas pelo ILC, para que de fato se conheça a opinião das mães, como eu e como você, quando o assunto é infância e consumo. Ultimamente vemos institutos, governantes, publicitários e empresários confabulando sobre o tema.

Mas o que pensam as mães?
O que você pensa sobre isso?

***

Mais informações sobre o tema:

Infância Livre de Consumismo, fanpage no Facebook
Um tanto sobre a história do movimento, por Mariana Sá do Viciados em Colo
Grupo de discussão sobre Consumismo e Publicidade Infantil, comandado po Ana Cláudia Bessa do Futuro do Presente
Um tanto de ironia sobre o tema, pela Ivana Luckesi do Coisa de Mãe.
Projeto Criança e Consumo do Instituto Alana, que debate essas questões desde 2005