05/03/12
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O PODEROSO CHEFINHO

Um dia desses, estive de conversa com uma amiga querida, a quem eu admiro muito. Uma pessoa que depois da chegada dos filhos, desistiu de uma carreira cosmopolita para abraçar a maternidade, com direito ao pacote completo de transformação de grande executiva em mãe. 

Perguntei para ela, você não sente saudade da vida do escritório? Do cafezinho com os colegas ou até dos prazos e pressões (tem louco para tudo, né?). Ela me respondeu com toda a sinceridade do mundo: “nem um pouco. Eu até achei que com o tempo eu iria voltar para o mercado, mas já se vão 11 anos”. 

Posso garantir que depois da chegada do Joaquim, e agora do Tomás, eu trabalho mais do que antes. Eu também optei por não voltar para os escritórios e tocar uma nova empresa, a minha vida, adotando um novo cargo o de gerente – mãe. 

Quem é mãe tem o chefe mais exigente do mundo, e é apaixonada por ele. 

Mas muito se engana quem pensa que vai abandonar a carreira de executiva e com ela as demandas de uma mulher no mercado de trabalho. Eu estou para ver um cargo mais importante que esse. 

Quando a mulher abraça a carreira de mãe não tem mais comprometimento com os números, os papéis. Tem agora que prestar contas para uma vida, a do pequeno. Atende suas demandas, para garantir que ele possa desenvolver plenamente o único trabalho que tem: crescer com saúde, crescer bem, ser uma pessoa boa no futuro. 

São infinitas as responsabilidades deste cargo. Precisamos selecionar as melhores pessoas, precisamos supervisionar sua ação. Seja a escola ou o pai, todos eles andam sob o olhar criterioso da gerente–mãe. 

A gente escolhe as melhores comidas, escolhe os melhores produtos, toma infinitas decisões que se estiverem erradas não vão comprometer o desejo do cliente. Mas podem comprometer o bem estar do seu filho. Isso minha amiga, é um cargo de altíssima confiança. 

Criamos estratégias para melhorar as coisas que não vão bem, do sono ao garfo, a gerente‐mãe é uma máquina estrategista, uma peça fundamental naquela nova empresa. 

Eu gosto dessa visão. E tenho o chefe mais fofo do mundo. Tento atender suas demandas, cumprir seus prazos, estar à altura das suas necessidades. 

Eu acredito que na dinâmica da família–empresa a criança é a peça central, e tudo deve girar em torno de seu bem estar. E se alguma coisa sai do eixo, feliz da firma que conta com uma boa gerente–mãe. 

***

Aproveitando o clima corporativo, vocês sabiam que a Bepantol está promovendo um Recall? Parece que uma cegonha atrapalhada andou distribuindo bebês sem pomada! Se isso aconteceu com você, corra no site e preencha o cadastro para receber a sua. 

As mães que solicitarem a amostra no site, serão contatadas para dar um depoimento respondendo: Por que não posso ficar sem Bepantol Baby? A mãe do melhor depoimento será selecionada para participar, junto com seus bebês, do comercial de TV. 




O chefinho aqui de casa usa e aprova. Verifique com sua equipe de almoxarifado e se estiver faltando Bepantol: peça a sua no site .

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